Observabilidade
Adiada e planejada fora do cluster de workloads (RFC-0003). No bootstrap, Hubble cobre a rede.
A observabilidade completa (LGTM) foi retirada do escopo do Core e será deployada em uma fase posterior, fora do cluster de workloads — conforme a RFC-0003-observabilidade-fora-do-cluster. Manter Prometheus/Loki/Tempo/Mimir num alvo dedicado (fora do Core) reduz o blast radius de uma falha do cluster de workloads e tira peso do pool ARM de plataforma (2×2 OCPU, dividido com ArgoCD, Crossplane, Vault, Traefik e Cilium).
Fase posterior — antes da migração de tenants
O deploy da observabilidade deve preceder a migração ECS→OKE dos tenants reais (Fase 4/5): migrar uma plataforma de risco financeiro sem métricas/logs históricos é arriscado. Durante o bootstrap, a visibilidade não é zero (ver abaixo).
No bootstrap (sem LGTM)
| Sinal | Fonte |
|---|---|
| Flows de rede L3/L4/L7 | Hubble (Cilium, eBPF) — já vem com o CNI, sem custo extra |
| Estado do cluster / pods | kubectl (logs, top, describe, events) |
| Métricas de infra (nós, LB, rede) | Métricas nativas da OCI |
Alvo (RFC-0003)
Stack LGTM — Loki (logs) + Grafana (dashboards) + Tempo (traces) + Mimir/Prometheus (métricas)
- Alloy (coleta) — rodando fora do cluster de workloads. A topologia final (cluster dedicado, serviço gerenciado ou OCI Observability) é decidida na RFC-0003-observabilidade-fora-do-cluster.